Acordamos cedo, compramos algumas coisas que queríamos, inclusive tucupi pra levar pro Daniel e embarcamos as motos. Ainda o clima de improviso, com mais uma rampa surreal. Conseguimos não cair no rio. Agora estamos ao lado da Dona Maira, que volta de Manaus pra casa, em Monte Alegre. Este barco não sacode como o primeiro e os banhairos são ainda mais fedorentos. Impressionante como o ser humano é porco. As camareiras limpam tudo e ficamos de olho: assim que acabam, corremos tomar banho, porque em alguns minutos a respiração lá dentro vai ficar insuportável. No bar, música alta e muita cerveja e vodca barata. Muita gente mal encarada. Mas ficamos conversando com os novos amigos e o tempo passa ligeiro. A navegação deste trecho é bem mais prazeirosa, com belas paisagens , porque o navio entra por passagens estreitas e em alguns momentos quase toca as margens. Linda a floresta por aqui. Este navio tem outra opção pras refeições: um bufê que funciona em sala própria e se paga um pouco mais que o prato feito, mas vale a pena. A Sara comprou um baralho, mas duvido que vamos jogar. as redes balançam e o sono logo chega...
eu num barco dste deitado numa rede ia é dormir direto kkkkk adoro uma rede
ResponderExcluirSe ainda estiver em Belém, passeie com calma pelo mercado ver o peso.
ResponderExcluir[s]